Tecnologia encurta caminhos, mas não é fiel ao que promete

Uma das características mais marcantes das cidades inteligentes é o fato de a tecnologia encurtar o caminho entre o cliente e o fornecedor. Isso vale tanto para serviços públicos, como o atendimento em órgãos de governo, como para privados, como o transporte particular.

Ferramentas como as delegacias virtuais, do lado público, e o Uber, do lado privado, fazem com que haja menos intermediários entre o cidadão e o serviço que ele está querendo acessar. Mas, nessa seara de aplicativos com centenas de funcionalidades, alguns operam de maneira satisfatória – outros, nem tanto.

A reportagem de O TEMPO resolveu testar alguns apps e soluções inteligentes pela cidade, para verificar o que funciona bem e o que ainda precisa ser aprimorado. A equipe saiu da redação do jornal, em Contagem, e foi até a praça da Liberdade, na região Centro-Sul da cidade, com o auxílio do app gratuito Moovit.

O aplicativo tem como função ajudar o usuário a encontrar o melhor trajeto para se locomover de um ponto a outro da cidade, podendo escolher se quer a rota mais rápida, aquela em que terá que caminhar menos ou a que tem menos conexões entre os meios de transporte. O app também estima o horário em que o ônibus chegará ao ponto, quanto tempo de caminhada será necessário e o tempo total do deslocamento.

A equipe testou também o aplicativo SIU Mobile, da Prefeitura de Belo Horizonte. O app tem basicamente a mesma função do Moovit, mas as experiências foram bem diferentes. O SIU tem uma interface pouco amigável e traz menos detalhes para o usuário. Além disso, é um app pesado, que demora para carregar no celular. Nesta página, está a descrição da experiência, e, em nosso portal, postamos um vídeo mostrando tudo em detalhes.

OTempo/RAQUEL SODRÉ
Share on Facebook0Tweet about this on Twitter0Share on Google+0Share on LinkedIn0Print this page

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *