Polícia Civil prende acusado de pedofilia em Uberlândia

Como parte da força tarefa que está trabalhando em todo o Brasil, dentro da Campanha Nacional de Combate à Pedofilia, que se realiza hoje (sexta-feira, 20), a Polícia Civil em Uberlândia prendeu um acusado de crime virtual dessa natureza, que usava a internet para compartilhar o material na rede. Um computador e diversas provas contra o indivíduo foram apreendidas.

A Campanha Nacional de Combate à Pedofilia é uma iniciativa do Ministério da Justiça, por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública. Chamada de “Luz na Infância”, a operação, que se desenvolve em todos os Estados, conta com cooperação internacional dos Estados Unidos, cuja embaixada no Brasil colabora na sua execução. O balanço da ação será divulgado hoje.

Em Uberlândia, a ação foi realizada pelo Serviço de Inteligência do 9º DPC – Departamento de Polícia Civil (DPC). Segundo o delegado Eduardo Leal, que coordenou a ação, o acusado foi preso em flagrante, quando se encontrava em casa, no bairro Chácaras Tubalina. Os policiais e peritos constataram o que homem fazia o compartilhamento do material proibido na rede virtual.

O acusado, cujo nome não foi divulgado, trabalha numa empresa da cidade, é casado e leva uma vida comum. Porém, conforme o delegado, como ele praticou o crime, será investigado para se saber se cometeu outro tipo de delito contra criança ou adolescente. O computador e as outras provas que incriminam o indivíduo continuarão sendo examinados pelos peritos.

O delegado informou que o investigado será indiciado no art. 241-A do ECA – Estatuto da Criança e do Adolescente, e caso seja condenado, sua pena poderá variar de três a seis anos de reclusão. Traduzindo para a linguagem comum, o artigo prevê que é crime disponibilizar na internet arquivos ou outros meios contendo pornografia infanto-juvenil. O acusado tem 34 anos.

Eduardo Leal também explicou que o homem já havia sido investigado em Uberlândia há dois ou três anos. A investigação, naquela época, apontou que ele compartilhava o material no ambiente virtual e fazia parte de uma rede clandestina. O mandado contra ele foi expedido por Belo Horizonte.

A operação em Minas, até às 10 horas, havia resultado no cumprimento de 14 mandados de busca e apreensão e em nove prisões.

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