Oficina Cultural abre as portas para diferentes workshops de dança

Dança do ventre, cigana ou de rua. A coreografia como instrumento de resgate ao passado, os ritmos que instigam a reflexão e a linguagem corporal como lição para o futuro. Diferentes opções para os amantes da dança na Oficina Cultural de Uberlândia que, a partir desta semana, dá lugar a uma série de expressões artísticas. Nesta quinta-feira (3), às 18h, o local abre as portas para novas atrações.

Dança de rua sob raízes africanas

As atividades iniciam com uma aula de dança de rua, às 18h, ministrada pelo dançarino Marcos Paulo Bertoldo. Integrante do grupo Ballet de Rua, o artista convive com a dança desde os 13 anos, quando se apaixonou pela arte de encantar, emocionar e fazer refletir por meio da linguagem corporal. Há quase duas décadas como professor, o bailarino planejou um tema especial para a iniciativa na Oficina Cultural.

“Trabalharei as atividades inspiradas nas raízes da África, trazendo os costumes, hábitos e a cultura do povo africano para a dança de rua. É uma forma que encontramos de estimular o conhecimento por meio dessa expressão, com coreografia e figurinos especiais”, adiantou.

Com 25 inscritos, as aulas de dança de rua seguem com vagas abertas. As atividades se estendem para todas as terças e quintas-feiras, às 18h, até a segunda quinzena de julho. Esse é o mesmo período da oficina de dança cigana na Oficina Cultural.

Dança Cigana

A partir desta quinta-feira, às 18h30, quem passar pela Oficina Cultural nas terças e quintas-feiras também poderá prestigiar as aulas de dança cigana. Com vagas limitadas, a atividade será conduzida pela diretora, coreógrafa e bailarina Nana Gonzaga. Envolvida com a dança há 23 anos, ela é pioneira no segmento, razão pela qual pretende estimular ainda mais o conhecimento entre os participantes.

“Trabalho com a dança cigana há dez anos e foi algo que me encantou bastante. Desde então, comecei a estudar e procurar mais informações. Nesta primeira aula, faremos uma apresentação do que é este segmento, de onde ela surgiu, resgatando a origem do povo cigano em um bate papo com as pessoas. Depois, faremos tudo pensado nessa cultura, com ritmos e coreografias especiais”, afirmou a artista.

Em todos os lugares

A dançarina ainda destacou a realidade atual vivenciada por aqueles que são movidos pela dança em Uberlândia. “Acredito que, desde o Festival de Dança no ano passado e o Dia Internacional da Dança recentemente, são eventos que vieram para enriquecer ainda mais a arte na cidade. É algo que tem me surpreendido bastante e precisamos estimular ainda mais, com danças nas praças, Terminal Central e em outros locais públicos para as pessoas que muitas vezes não tem acesso a este tipo de cultura. Novos grupos estão aparecendo, com todos focados e envolvidos de alguma forma. Acredito que a cultura da dança está fluindo e agradecemos o apoio da Secretaria Municipal de Cultura por isso”, disse.

Dança do ventre

Além da dança cigana e de rua, outra iniciativa difundida na Oficina Cultural é a dança do ventre, ministrada pela artista Miriam Fagundes. A atividade também se estende pelos próximos dois meses, nas segundas e quartas-feiras, às 16h30. Todas as oficinas serão consolidadas com apresentações culturais programadas para o dia 20 de julho durante o Fim de Tarde, evento realizado pela Secretaria Municipal de Cultura, na Oficina Cultural.

Confira a programação!

O quê: Oficina de dança do ventre
Quando: todas as segundas e quartas-feiras, às 16h30, até 18 de julho

O quê: Oficina de dança de rua
Quando: todas as terças e quintas-feiras, às 18h, até 19 de julho

O quê: Oficina de dança cigana
Quando: todas as terças e quintas-feiras, às 19h, até 19 de julho
Local: Oficina Cultural de Uberlândia, localizada na praça Clarimundo Carneiro, 204, bairro Fundinho.

SECOM

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