Gilmar Machado é alvo de denúncia por PCC

MPF alega que não houve licitação em contrato duvidoso

O ex-prefeito de Uberlândia, Gilmar Machado, PT, o reitor da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), Reinaldo Centoducatte, além de mais quatro pessoas da universidade e do Executivo são alvo de uma denúncia do Ministério Público Federal por improbidade administrativa. A ação conta que a prefeitura e a instituição firmaram contrato irregular para a realização do Plano de Cargos e Carreiras, o PCC.

O MPF concluiu que a UFES recebeu mais de R$ 700 mil para realizar a consultoria que, segundo o ministério, foi disfarçada de projeto de extensão, pois o que ocorreu foi uma prestação de serviços por parte dos professores e servidores contratados.

A ação ainda diz que a UFES apenas emprestou o nome e a qualidade de autarquia federal, pois todos os profissionais que participaram do projeto foram remunerados de forma independente de seus cargos na instituição.

Em 2015, a UFES elaborou um projeto Básico de Extensão Universitária com o objetivo de promover a elaboração do plano de carreiras e a revisão da legislação referente ao processo de gestão de pessoas da Prefeitura de Uberlândia. O projeto previa a formação técnica de servidores e professores da universidade.

As assessorias de comunicação de Gilmar Machado e da UFES informaram que não foram notificados sobre o caso. A elaboração do plano teve início em maio de 2013, contou com a participação de cerca de 200 servidores de carreira da Prefeitura que faziam parte da Mesa Permanente de Negociação (MPN).

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