As mulheres mais especiais do mundo

Que me desculpem aquelas que não têm filhos, mas, eu me atreveria a dizer que as mães são as mulheres mais especiais que existem. Antes, eu ficava a imaginar como uma pessoa normal, sem obter superpoderes, conseguia fazer tudo, trabalhar, cuidar da casa, do casamento, tudo com tanta dedicação apesar de ter sempre os filhos em primeiro lugar. Hoje, eu entendo. Na verdade existe sim um superpoder. Chama-se amor de mãe, e quando falta força e estamos cansadas, ele nos faz levantar e ir adiante.

Portanto, mães, é por causa dessa admiração que nesta semana da mulher escrevo dedicando especialmente a vocês! Feliz semana do:

– Você não é todo mundo! (Quando você diz que todos vão sair, menos você)

– Leve um agasalho! (Mesmo em dias quentes)

– Se não comer tudo, não terá sobremesa! (Esta é infalível principalmente para crianças que não gostam de verduras)

– Se você não ficar quieto, em casa conversaremos. (E aí você já imagina que não será apenas uma conversa)

– Na volta a gente compra! (Passam-se anos e essa “volta” nunca acontece)

– Cuidado com as companhias! (Mesmo que ela já conheça todos os seus amigos)

– Maneire nos doces! (Isso depois de fazer bolos, bombons e canjica)

– Na minha época não tinha esses privilégios que vocês têm hoje… (Para comparar o quanto você tem com o pouco que ela tinha na mesma idade)

– Se bater na escola, vai apanhar em casa! Se apanhar também! (O medo não era nem da surra da escola, mas da de casa)

– Vá arrumar o seu quarto! (Todo santo dia!)

– Não sou a empregada de vocês! (Essa é clássica)

– Você vai se arrepender… (Com aquela cara maligna de dar medo)

– EU AVISEI! (Essa elas enchem a boca para falar)

– Não é nada, vai brincar! (Quando os filhos perguntam por que ela está triste)

Todas essas expressões eu ouvi da minha mãe durante a vida inteira e agora, mesmo sem perceber, reproduzo-as. E é claro, aquele diário “Eu te amo”, principalmente quando os filhos são pequenos e têm tempo para ouvi-las. Quando eles crescem, o amor pode até ficar menos sonoro, mas ainda continua ali, talvez mais forte, mais maduro, pronto para acolhê-los. Por isso, obrigado mulher, e parabéns pelo incrível dom de ser mãe!

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